Projetos

Entrega de Vestidinhos das Avós de Portugal

    

A 6 fevereiro de 2017, a empresa do Grupo Sepri, na pessoa do seu CEO Dr. Jorge Pontes, recebeu a doação mais de 30 vestidos, 2 túnicas e 5 calções para o projeto da APD, ONGD, para serem entregues em Moçambique.

Estas peças de vestuário foram todas confecionadas pelas avós voluntárias da Casa do Povo de Safara.

As peças foram entregues no dia 26 fevereiro 2017, na Comunidade das Irmãs Servas de Maria na a presença da Presidente a APD, ONGD Célia Queirós.

       


Projeto IPCA e APD, ONGD

    

O IPCA convidou a APD para se apresentar formalmente nas instalações do Instituto em Barcelos.
O evento teve lugar no passado dia 18 de Abril do corrente ano.
Célia Queirós e Samuel Melo, na qualidade de Presidente da Direção e Presidente da mesa da Assembleia Geral, respetivamente, fizeram uma breve exposição sobre a origem e a atividade da APD.
Estiveram presentes os dirigentes do IPCA, a Gestora da Parceria IPCA-APD, professores e alunos deste Instituto.
A APD agradece o acolhimento ímpar de todos.
A APD lançou mais um desafio apresentando o Projeto “Escola no Lar” para implementar em Nampula, Moçambique. Foi muito bem acolhido. A Dra. Isabel Ferreira, gestora da parceria IPCA-APD, vai integrar no plano de atividades 2017/2018, iniciativas para que a Instrução possa ser uma realidade no Lar apadrinhado pela APD em Nampula, Moçambique.
Aqui fica o nosso muito obrigado aos Dirigentes do IPCA, nomeadamente Prof. João Carvalho e Dr. Agostinho Silva, por esta parceria marcada pelo acolhimento e pelo dinamismo, permitindo-nos sonhar cada vez mais alto. 
 
Dias antes desta apresentação formal da APD, a turma do 3º ano GAT (D), com o apoio da Associação Académica do IPCA e das turmas do 3º ano de Gestão Pública (eL), do 1º ano de Gestão Pública (d), lançou um desafio à comunidade académica: vamos apadrinhar uma criança!!!
E, através da venda de rifas, os promotores desta iniciativa conseguiram o valor correspondente a um “folar” anual, necessário para o apadrinhamento de uma criança. Deste modo, o IPCA passa a ter uma afilhada, a Rosita, uma criança de Moçambique. 
Obrigado aos alunos do IPCA por abraçarem esta causa solidária e contribuírem para que mais uma criança Africana possa ter a esperança de um futuro melhor. Um grande bem-haja a todos.
 


Encontro entre Embaixador Nelson Freitas e Presidente APD, ONGD Célia Queirós

No dia 28 abril de 2017, realizou-se um encontro e reunião entre a Presidente da APD, ONGD Célia Queirós e o Embaixador da APD Nelson Freitas, no Hotel na Matola, em Maputo, aproveitando a estadia do Embaixador Nelson Freitas em Maputo para um concerto. Esteva também presente a Irmã Palmira das Missionárias da Boa Nova, para testemunho do trabalho realizado.

Foi feita uma apresentação da APD, ONGD, pois foi o primeiro contacto real, que o Nelson Freitas teve e os merecidos agradecimentos por esta parceria e por receber muito bem a APD, ONGD.

Foram colocadas questões de forma a contextualizar a Missão da APD, ONGD.

A Irmã Palmira deu o seu testemunho de quem vive, de perto, as situações de necessidade e da preciosa ajuda que os Folares constituem para as resolver ou minimizar.

Mais questões foram abordadas, as quais a serem concretizadas será dado conhecimento no momento da sua realização.

No fim da reunião, e após o agradecimento por parte do Nelson Freitas, pela possibilidade que a APD, ONGD, lhe deu por poder ajudar, foram oferecidas três pequenas lembranças realizadas em madeira, com significado:

  • O peixe, que simboliza garantir a alimentação para os nossos afilhados, cada dia.
  • A palhota, que traduz a intenção de garantir um alojamento condigno.
  • O rosto que quer simbolizar o intelectual,  a identidade que pretendemos devolver a cada criança e jovem apadrinhado, pelo acesso à formação, ao conhecimento e também ao afeto na ligação aos seus padrinhos; sentir que são preocupação de alguém, em concreto.

A APD, ONGD está encantada com a simplicidade do Nelson Freitas e profundamente emocionada com o que revelou: paixão pelo ser humano. 

A Irmã Palmira deu o seu testemunho também da reunião, com a seguinte frase "Célia senti-me pequenina perante a simplicidade e a grandeza do coração deste homem."

Bem haja pela preciosa colaboração!!

Estamos Juntos!!

Célia Queirós,

Presidente a APD, ONGD


Notícias de Moçambique - Apoio aos desnutridos

Com votos  de um bom fim de semana aí vai mais um dos meus testemunhos do meu trabalho neste contexto tão rico de histórias. Beijinhos e até breve.Eugénia
 
O casal Lino Mesa e Arlinda Botão foram pais pela décima nona vez, dando deste modo um enorme contributo para a taxa de natalidade infantil, para além de uma caso de extrema fertilidade! Das 12 gestações nasceram 19 filhos -5 gravidezes gemelares, uma gravidez de trigémeos e as restantes de apenas um filho  ou seja  50% das gravidezes foram gemelares .É obra!
 
Esta última gravidez gemelar foi seguida aqui na consulta de grávidas.Tendo em atenção o risco que a mãe corria , foi proposto ao casal fazer uma cesariana electiva e laqueação de trompas, o que foi aceite pelo marido evidenciando, uma atitude muito responsável. Apenas 14 filhos estão vivos. Os bebes João e Lurdes Lino frequentam o centro de nutrição e são apoiados com leite adaptado, roupa, biberões e fraldas .Os irmãos orlando e Orlanda que frequentaram no ano de 2009 a nossa consulta estão de boa saúde.
 
O papá Lino acompanha sempre a esposa à consulta dos seus filhos, atitude muito rara neste contexto, onde as mães de crianças gémeas carregam os dois filhos (um nas costas e outro à frente). Ajuda a dar o biberão ao menino, dizendo “como come este menino !”
 
 
Nem dá para imaginar o que será ter tanta criança em casa. É como se fosse uma creche, um jardim infantil e” escolinha “ao mesmo tempo.

Apoio a CRIANÇAS EM RISCO, Moçambique

A Unidade de Reabilitação Nutricional do Hospital Geral do Marrere pretende dar resposta às necessidades das CRIANÇAS EM RISCO, actuando nas áreas preventiva e curativa e do ensino das mães para melhor cuidados aos seus filhos. Assim, na área preventiva faz vigilância das crianças expostas ao HIV, através da vigilância mensal deste grupo de crianças, dando cumprimento a todas as orientações do Plano de Prevenção de Transmissão Vertical do vírus HIV. Ainda nesta área de prevenção, apoia as mães com problemas que as impedem de alimentar adequadamente os seus filhos (mastites graves, malformações dos seios e mamilos, as crianças gémeas e mães com insuficiência de leite materno). Asseguramos ainda as necessidades nutricionais das crianças órfãs, oferecendo-lhes a oportunidade de crescerem sem privações de nutricionais. 
Na área curativa, dá resposta às crianças com desnutrição referenciadas do internamento de Pediatria, da Consulta geral ou ainda da Sala de Peso e Vacinação.
A Unidade está dotada com duas enfermeiras do Ministério da Saúde de Moçambique, duas enfermeiras voluntárias e ainda duas educadoras de pares que colaboram nalgumas actividades desenvolvidas nesta estrutura.
 

 

CRIANÇAS ORFÃS     22 (12,6%)
Mastites     19 (11,0%)
Insuficiência leite materno     23 (13,2%)
Apoio desmame     28 (16,0%)
Desnutrição     75 (43,1%)
Hospitalização da mãe     7   (4,0%)
Total     174   100%)

 A orfandade atinge um número muito grande de crianças (12,6%) sendo que a maior parte das mortes maternas acontece nos primeiros meses de vida e um número significativo destas mortes são devidas à SIDA. Muitas crianças são cuidadas por avós, com imensas dificuldades no manejo dos biberões, na sua preparação e administração Representa um esforço enorme para estas mulheres, já cansadas da vida, que têm de fazer deslocações frequentes ao Hospital, manejar medicamentos quando as crianças adoecem e atender às necessidades das crianças durante 24 horas por dia. Há que salientar que alguns progenitores do sexo masculino, quando perdem as mães dos seus filhos assumem os cuidados ao filho órfão, situação que tem vindo a acontecer com mais frequência nos últimos anos.
Verifica-se ainda uma grande procura por parte de mães com problemas ligados à amamentação nos primeiros meses de vida o que é motivado por mastites muito graves e insuficiência de produção de leite materno (23,6%). Este grupo de crianças aumentou substancialmente este ano, pois, na cidade de Nampula, somos o único recurso para ajudar a resolver estes problemas.

Actualmente estão em tratamento 166 crianças assim distribuídas 

                       0  aos 6 meses----------- 36 crianças 
                       6  aos 9 meses----------- 32 
                      > nove meses   ---------- 98 


Para cobrir as necessidades destas crianças desenvolvemos um conjunto de actividades que estão organizadas da seguinte maneira:
•    Avaliação da criança (peso, altura, perímetro cefálico e braqueal)
•    Triagem das crianças com queixas (rastreio de malária e HIV)
•    Preparação para consulta médica (a partir do mês de Junho contámos com o apoio regular de uma médica) 
•    Sessão de ensino com o grupo das mães sobre temas de alimentação e saúde 
•    Demonstração da preparação da papa 
•    Distribuição da refeição às crianças e vigilância do apetite das mesmas 
•    Distribuição dos produtos a cada mãe 
•  Distribuição de medicamentos prescritos na consulta e aconselhamento às mães sobre as tomas dos mesmos 

A formação é uma área a que damos muita importância. As mulheres podem ser um excelente veículo de mudança nos hábitos de vida, crenças e tradições enraizados particularmente nas que são oriundas dos meios rurais.
Foram realizadas em média 10 sessões em cada mês de trabalho e em média estiveram 29 mães presentes. O tema fundamental foi a alimentação, dado que esse é objectivo prioritário desta Unidade. No entanto foram abordadas muitas outras áreas como: prevenção da malária, prevenção e tratamento da diarreia, controle da febre, sinais de alerta de doença.

                          
RECURSOS FINANCEIROS 
Temos contado com o apoio indispensável de várias organizações (HARAMBEE, APARF, FUNDAÇÃO TERESA REGOJO, ASSOCIAÇÃO PADRINHOS DAFRICA, HELPO, ACÁCIA, ATLAS, COMUNIDADE PORTUGUESA EM DANBURY NOS ESTADOS UNIDOS E MUITOS AMIGOS e ainda fundos obtidos pela colega Cecile Rigot na BÉLGICA. 

                                        CONCLUSÕES

O facto de dispormos agora de novas instalações foi determinante para a melhoria em diversas áreas do atendimento às Crianças de Risco, nomeadamente:
1 - Permitiu o aumento dos recursos humanos e desta maneira tratar as crianças com incremento da qualidade no seu atendimento.
2 - Tornou possível a individualização da consulta de enfermagem 
3 - A triagem e a consulta médica no próprio local melhoraram a vigilância de saúde e follow up das crianças 
4 - A administração da primeira dose da terapêutica anti-malárica ensinando ao mesmo tempo as mães a administrar a terapêutica.
5 - A realização de acções de formação
6 - Conseguimos um espaço individualizado para a distribuição dos produtos 
7 - Alcançámos uma melhoria significativa no acondicionamento dos produtos alimentares                         
 

A responsável
Eugénia Ferreira, enfermeira

 


"Apoio aos desnutridos"

SOCORRO  
A semana de trabalho não começa da melhor maneira.
Uma, das primeiras crianças que atendemos, tinha seis meses de idade e necessitava de iniciar tratamento com antiretrovirais por ter adquirido a infecção por transmissão vertical. A mãe não cumpriu as recomendações profiláticas durante a gravidez, a criança nasceu em casa. Não recebeu por isso os cuidados recomendados para o período perinatal e para o primeiro mês de vida. Felizmente, tem o seu estado geral conservado, situação que gera relutância por parte da mãe em aceitar a situação. Foi enviada para os serviços competentes, mas não regressou ao nosso serviço, como lhe tinha aconselhado para iniciar apoio nutricional.
 
As crianças com consulta marcada começaram a aparecer, exigindo atenção e cuidados desde a (avaliação antropométrica), registo das queixas, triagem, consulta, laboratório, farmácia, preparação de biberões para os esfomeados etc. Vou registando as chegadas através dos cartões individuais das crianças, (que agora se esgotaram no hospital) e dou-me conta de mais duas novas crianças, os gémeos, Genita e Genito Esmael.
Vinham referenciados da sala de peso e vacinação por muito baixo peso. Dou inicio á avaliação de rotina e constato que a situação é muito grave. São bebés de nove meses de idade, mas o peso de ambos não atinge os nove quilos. A colheita de dados leva-me a suspeitar das causas que em regra conduzem a estas situações limite. A mãe frequentava o Centro de Saúde do Anchilo, depois tinha mudado de residência e então era essa a razão porque hoje estava na nossa consulta. Resumindo fizemos o teste rápido de HIV á mãe, uma vez que não trazia consigo a ficha de vigilância pré natal, e claro mais um tiro na “mouchão” (teste positivo para o HIV). Já aprendi que quando as mães iniciam a peregrinação pelos vários locais de atendimento das crianças, que informam desconhecer o seu estado relativamente ao teste HIV (de realização obrigatória na vigilância de gravidez) é de suspeitar que nos escondem alguma coisa. A carregar ainda mais este quadro ela era viúva recente, mas dizia não conhecer a causa de morte do pai das crianças. Tão grave quanto a negligência das mães, é a negligência e indiferença dos profissionais de saúde que deixaram passar esta situação, sem se preocuparem com as razões desta grave situação.
Uma avó vem pedir “socorro “ para a sua neta de 1600 gramas de que nasceu prematuramente de 32 semanas de gestação. A filha está internada no Hospital do Marrere para tratamento de tuberculose e não pode amamentar. Esta é outra situação que temos debaixo de olho, porque a avó não conhecia o estado de saúde da filha e nem sabia se a filha tinha feito vigilância de gravidez. Temos de averiguar com mais detalhe e pedir a ficha de grávida, não vá o diabo tecê-las! Porque á tuberculose pode estar associada a sida.
O Júnior Dalila, ultimo bebé observado na sexta-feira apareceu como lhe tinha marcado de novo hoje. É o primeiro filho de uma jovem de 15 anos. Veio acompanhada da mãe e explicou que na família dela nunca nenhuma mulher conseguiu produzir leite para criar os filhos. Estranho, penso eu! A criança tinha já dois dias de vida, estava em jejum desde o nascimento á espera que aparecesse pelo menos uma gota de colostro, mas nada aconteceu. Então deixaram-se ficar em casa, não compraram leite para alimentar a criança porque estavam á espera de confirmar a tradição familiar que por qualquer causa estranha (feitiço!!!!) impede as mães de dar leite.
Para finalizar a manhã, mais uma vez referenciada da sala de peso, um bebé com muito baixo peso para a idade. Quando observo a criança, confirmo que tem uma relação peso altura inferior a 70%, mas o mais grave é que estava exangue, tal era o grau de palidez palmar, da língua e da mucosa palpebral. Como é que é possível, perguntei ao pai da criança, não se dar conta que a criança está quase branca? Pois parece incrível, mas de facto vieram ao hospital apenas  porque era a semana de pesar a criança. Inexplicável !
Queria ainda dizer-vos que a Zaina, uma criança que iniciou a recuperação nutricional , vem pelo menos três vezes por semana ao nosso Centro para tomar dois copos de leite (F100) uma fórmula de leite enriquecida com um alto teor de gordura . Esta criança tem três anos de idade e pesa 5 quilos. Não, não estou a exagerar. É isso mesmo que estão a ler. Este é um dos casos mais dramáticos que temos neste momento. Sim, vigiou o peso regularmente num Centro de Saúde aqui perto, e que por sinal, é de onde nos chegam os casos mais graves. 
Para completar esta brilhante manhã, a Elisa enviou  um sms a informar que a sobrinha está no Hospital Central .As parteiras, no hospital de província, provocaram-lhe uma rotura uterina além da morte do bebé (informação da Elisa) e por isso vai ficar por lá a acompanhar a situação. Que Deus nos ajude, que isto é demais !
 
Enfª Eugénia Ferreira

APD em Moçambique - Murrupula

A comunidade de Murrupula, situada na província de Nampula, conta com a presença dos Missionários de S. João Baptista. O Pe. Carlos Jacob, português natural de Gouveia, é o rosto desta congregação e é com ele que a APD tem colaborado. Iniciamos o apadrinhamento a alguns jovens (que estão sob a sua orientação).  Entretanto, com os donativos angariados pelo grupo de jovens de Ramalde - Porto, na festa de Natal de 2006, reconstruiu-se um dormitório para estes jovens.


APD em Moçambique - Lar das Missionárias da Caridade

Este lar, sedeado na cidade de Nampula, Província de Nampula – Moçambique, é da responsabilidade das Missionárias da Caridade, congregação fundada por Madre Teresa de Calcutá. 
As Irmãs acolhem crianças desfavorecidas, órfãs ou abandonadas e prestam apoio à população vizinha. A APD apadrinha estas crianças não individualmente mas, de forma conjunta.


APD em Moçambique - Lar Arco Íris

Açucena Lucas Zita e Adelina Paulo Langa após alguns anos de colaboração com as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, na Cidade de Quelimane (Capital da Zambézia), tomando conhecimento da situação vivida por algumas famílias na região do Gurúè, lançaram mãos à obra e, na dependência da Diocese, criaram o projecto Arco Íris em 1999. 
O seu principal objectivo, à semelhança da casa em Quelimane, era acolher crianças órfãs ou abandonadas. Pelo crescente número de crianças acolhidas sentiu-se a necessidade da construção de um espaço que colmatasse as dificuldades presentes e garantisse o futuro.
 
Ao longo do tempo, para além do trabalho com as crianças, muitas têm sido as solicitações por parte da população vizinha em géneros alimentares e outros, nomeadamente a ajuda na construção de palhotas. 
Com a colaboração, de várias organizações não governamentais e donativos particulares, contando com a preciosa ajuda dos que apadrinharam as crianças foi possível iniciar e continuar este projecto.
 
O serviço a estas crianças no lar, passa por:
  • Proporcionar os bens básicos (alimentação, vestuário, cuidados de saúde, etc.);
  • Garantir o acesso à escola; 
  • Possibilitar uma formação moral conveniente;
  • Instruir nos trabalhos da casa e da machamba (agricultura);
  • Criar espaços de lazer e actividades recreativas.


A APD na Guiné

Em 2005/2006, o Pe. Almiro Mendes, pároco de Ramalde, Porto, esteve em Missão em Bissau, na Guiné Bissau. Quando regressou, conhecendo o trabalho da APD solicitou a sua colaboração para apoiar algumas comunidades que teve oportunidade de conhecer durante a sua Missão. 
Neste momento, a APD, apoia grupos de crianças e jovens à responsabilidade de cinco congregações religiosas (Marianitas, Escolápias, Franciscanas da Imaculada Conceição, Espiritanas e Irmãs da Imaculada). As referidas congregações estão localizadas em Bissau e Mata do Ucó.